12. Compulsão
Escrito quinta-feira às 21:33
Por agora só tenciono alcançar um objectivo, e de todos os objectivos aos quais eu pretendia chegar, este
foi o primeiro que escolhi. Tens de entender que tudo isto é novo para mim. A verdade é que nunca ninguém me fez tanta falta como a que tu me fazes nestas noites chuvosas e frias de Inverno. Necessito do teu calor, do teu toque, do teu olhar, do teu cheiro, de ti na minha cama para me aconchegares quando estou a tremer de frio. Não suporto a tua ausência, não consigo viver sem ti! Nunca desejei tanto um sorriso como desejo o teu! Nunca quis tanto um beijo como quero o teu! Eu adorava todas aquelas vezes que deixavas a tua roupa espalhada pela minha casa e despedias-te de mim com um beijo na testa, ai, eu sentia-me tão bem, sentia-me tão eu, e levava o dia com um sorriso de orelha a orelha, só pelo simples facto de te sentir por perto e fazia figas para que à tardinha voltasses para passares a noite comigo. Devo pedir-te desculpas pelas minhas atitudes infantis, e por reagir mal a algumas das tuas brincadeiras, mas eu fazia isso por medo de te perder!
Sinto-me tão frágil, tão sensivél, tão só... Sinceramente não entendo a imensidão deste meu desejo...
Desculpa esta possessão de te amar, desculpa por ser uma criança medricas e encantada, desculpa por não ser a mulher que tu mereces.

11. Sabor a ti
Escrito terça-feira às 23:59
O sabor do teu beijo vicia-me, ninguém me
abraça como tu, ninguém me dá tanta segurança quanto tu me dás, ninguém
consegue ler o meu olhar melhor que tu, ninguém sorri como tu. Eu adormeço a
pensar em ti, acordo pensando em nós, e, nas noites frias de Inverno tento decifrar o teu olhar, como se não o conhecesse, tento interpretar o teu
silêncio. Já me senti a pessoa mais feliz do mundo em 2 horas contigo, já sorri
ao olhar para as mensagens que me mandas, já te liguei apenas para ouvir a tua
voz. Já fiz juras eternas, já tive medo de perder alguém e perdi, apenas pelo
simples facto de ter medo dessa perda. Ninguém disse que amar era
fácil. Na verdade, és o homem da minha vida, a prova disso está em todas
as vezes que eu sofri, em todas as vezes que me envolvi, que chorei, que
gritei, em todas as vezes que caí e tu me levantas-te. Ninguém sofre assim
sem recompensa, e definitivamente, a minha recompensa foste tu. 
10. Um capuccino bem quente sff
Escrito domingo às 12:21
O meu céu perdeu a cor, as minhas nuvens ausentaram-se
com o decorrer dos dias, o azul tornou-se num tom cinza monótono, triste e
pesado. O ar frio queimava os meus pulmões e era nesse momento que acendia mais
um cigarro. A minha mente estava em constante guerra com o meu coração e isso
proporcionava em mim um sentimento de culpa, de arrependimento…
Eu podia falar
contigo todo o dia, isso não seria suficiente para dizer o quanto preciso de
ti, podia dizer-te infinitas vezes o quanto és importante para mim, isso não iria ser suficiente
para descrever todo este sentimento, eu até podia odiar-te,
mas tu fizeste com que eu te amasse. Sabes uma coisa? Devias orgulhar-te do meu
sorriso, porque ele é apenas por uma pessoa… Por ti! O amor pertence àqueles que acreditam, até ao fim e, cada instante que passo contigo sussurra ao meu
ouvido promessas que quero cumprir a teu lado.
Quem pensa que a distância faz
esquecer é porque decerto, nunca pensou que a saudade faz lembrar. Eu amo-te e
não aguento mais a tua ausência.
Agora que apago o meu cigarro, algo que tal
com o amor mata, aos poucos, penso que afinal não foi o meu céu que mudou de
cor, os meus olhos é que mudaram de perspectiva.

9. M, de Meu aMor
Escrito quinta-feira às 19:30
Eu descobri que era amor quando ao dizer "boa noite" senti uma enorme vontade de dizer "amo-te".

8. Forever
Escrito sexta-feira às 14:11
Refugio-me
na escrita para esbater a maré de saudade que com o tempo inunda o meu coração.
Gosto da tua companhia neste momentos imprevisíveis, repentinos. Um jantar a
dois, um sorriso coberto de felicidade, uma letra de uma música… Consigo sentir
os teus dedos entrelaçados nos meus, a harmonia perfeita quando a tua mão toca
na minha, consigo sentir os teus dedos suaves limparem as minhas lágrimas
cuidadosamente, quando a saudade ameaça escorrer-me pela face. Encontro-te em
cada gesto, em cada momento. Ainda vives neste pobre e frágil que é o meu
coração. Onde quer que vás, não te esqueças que este coração jamais te
abandonará. 7. Boa Noite
Escrito às 22:29
Por vezes pergunto-me como realmente me estou a sentir. De há umas semanas para cá sinto-me como se tivesse recuado no tempo... Acho que voltei novamente a um estado de descontentamento, a uma melancolia incógnita sem qualquer sentido. Parece que esqueci tudo dos outros e que nem me conheço a mim própria.
Acho que o meu grande problema é a falta de confiança, o facto de não acreditar nas minhas capacidades e auto-rebaixar-me a cada segundo do meu dia-a-dia.
Por mais que eu tente mudar, por mais que eu tente não me importar, por mais que eu tente disfarçar, eu sinto tudo com uma forte intensidade, eu preocupo-me de mais com tudo o que me rodeia, talvez por isso sinta a dor a duplicar.
Não sei ao certo o que se está a passar comigo, e eu continuo a rezar para que, quando voltar a errar, erre de uma vez, que caia mas que ainda tenha forças para me levantar rapidamente - afinal, só os francos se mantém no chão e, por mais baixa que se encontre a minha auto-estima, continuo a achar que sou superior a todos os que me querem deitar a baixo -, que chore dias e noites a fio, mas quando acordar, passados meia duzia de dias, acorde com um sorriso enorme no rosto.
Um último pedido: "Um café e um amor, quentes, por favor.".
Por mais que eu tente mudar, por mais que eu tente não me importar, por mais que eu tente disfarçar, eu sinto tudo com uma forte intensidade, eu preocupo-me de mais com tudo o que me rodeia, talvez por isso sinta a dor a duplicar.
Não sei ao certo o que se está a passar comigo, e eu continuo a rezar para que, quando voltar a errar, erre de uma vez, que caia mas que ainda tenha forças para me levantar rapidamente - afinal, só os francos se mantém no chão e, por mais baixa que se encontre a minha auto-estima, continuo a achar que sou superior a todos os que me querem deitar a baixo -, que chore dias e noites a fio, mas quando acordar, passados meia duzia de dias, acorde com um sorriso enorme no rosto.
Um último pedido: "Um café e um amor, quentes, por favor.".
6. Untitled
Escrito às 18:05
Um dia
fizemos uma promessa, unimos os nossos mindinhos e dissemos que nunca
esqueceríamos. Combinamos que seria para sempre, que iríamos estar juntos e
lutar contra o orgulho afirmando ganhar dita batalha. Sabes, eu sempre tentei
entender o nosso meio-fim, sempre fiz os possíveis e os impossíveis para te
compreender, a ti, a nós e ao que nos unia, sempre tentei perceber o nosso
adeus, que não era adeus, porém, nunca consegui. Recuo no tempo e relembro a
altura em que éramos inseparáveis e tento mais uma vez perceber onde errei.
Sinceramente não entendo, talvez tenha sido falta de esforço da minha parte,
falta de vontade, talvez falta de maturidade, mas acima de tudo, falta de ti,
falta de não ter medo. Sou uma pessoa insuportável, é quase impossível conviver comigo, quero sempre tudo à minha maneira e se não for dessa forma, então
eu não quero mais. De tão diferentes que somos tornamo-nos iguais. Sou uma
pessoa despreparada para lidar contigo, aliás, eu sou uma pessoa despreparada
para lidar com o que quer que seja, sou uma pessoa mimada e desesperada a pedir
mais uma oportunidade para que tudo dê certo, só para não ter de mudar a minha
rotina e ter-te de volta. Na verdade, ao início era apenas isso, mas depois
tornou-se algo mais que uma simples rotina, o meu mundo passou a girar à tua
volta, concentrava-me só em ti e esquecia tudo e todos, tornou-se algo a que eu
chamava de vício diário. Mas sabes? Outro dia eu estava a ouvir a rádio e de
repente tocou aquela música - a nossa música. Eu chorei, parei de pensar, não
senti, mas também não lembrei. Nesse momento senti que o tempo é o melhor
remédio, que não valia a pena chorar por algo que jamais iria voltar. Quando
entrava na internet, tu já não eras a primeira pessoa que eu ia ver se estava
online, já não abria a janela de conversação e escrevia que tinhas saudades e, de seguida apagava por medo da tua resposta, por medo que não dissesses que também sentias
a minha falta, já não ficava horas a fio contemplando o visor do meu telemóvel
com esperanças de a qualquer hora receber uma mensagem tua, já não lia
repetidas e inúmeras vezes o nosso histórico de mensagens, substitui o plano de fundo do meu computador por uma foto minha. A partir de agora era eu,
apenas eu. Escondi todas as lembranças porque simplesmente eu não queria mais
lembrar-me de nada, não queria ter novamente uma recaída, tal como as que já
tinha tido. Mas quando eu estou tentando fugir de nós, algo faz com que eu
traga tudo de volta, faz lembrar-me de ti. E aí pergunto-me: Que é que eu quero
enganar? Eu não sei esquecer-te. Nunca vou conseguir arrancar-te de mim na
totalidade. Sempre que me lembro de nós eu choro, lembro-me do nome dos filhotes
que íamos ter, de quando dissemos que íamos fugir só os dois para bem longe,
de quando dizias que eu era tua e de mais ninguém… De quando me "amavas"… Sei que
tu não fazes o mesmo, que não ages da mesma maneira que eu e não encaras tudo
isto tal como eu encaro… Talvez tu não sintas falta de tudo, talvez nem penses
em mim. Tornei-me tanto ‘tu’ que agora não consigo voltar a ser ‘eu’. E mais
uma vez eu tento apagar-te da minha memória, mas depois vejo-te na rua, mas não
és tu, ouço a tua voz, mas não é a tua… Na verdade, lá bem no fundo, eu não te
quero esquecer. Eu não quero entregar o meu amor a mais ninguém, quero ficar no
‘nosso’ cantinho, lembras-te? Às vezes dá-me vontade de bater-te, aleijar-te,
para que possas perceber que nem mesmo a dor física se compara à dor que sinto
no meu coração. Espero um dia encontrar-te e nem te reconhecer, não reconhecer
o jeito que ajeitas o cabelo quando estás nervoso que me deixa louca, a forma
como sorris que me dá vontade de te agarrar e não te largar mais, a maneira de
como mordes o lábio, que me deixa com um enorme vontade de te beijar… E lá
estou eu mais uma vez, pensando em ti e nas tuas manias… Definitivamente, eu
não consigo esquecer-te.
5. Vontade de não te amar
Escrito segunda-feira às 00:33
Encostada ao braço direito do sofá permanecia calada, observando as gotas de chuva a baterem no vidro fino da janela. Eu sempre achei que a felicidade é chamada por sentimentos grandiosos. Sabes aquela sensação de receber uma mensagem inesperada a meio da noite? Ela vem devagar, para que possas degustar cada palavra como deve ser. Aquela mensagem é simples e única e tornará a tua madrugada mágica, fazendo-te adormecer de novo com um sorriso no rosto.
Por vezes pergunto-me quem és tu, que me roubaste as palavras e, tiveste a capacidade de, ao mesmo tempo, ganhar as minhas linhas. Não consigo fazer a distinção do que em ti é real e do que é puro fruto da minha imaginação. Não me faz bem sonhar contigo e acordar a pensar em nós, acordar no frio sabendo que tu não estás a meu lado para me ofereceres um pouco do teu calor humano. Por mais que encurtem as distâncias, que facilitem o amor... Eu apenas preciso de ti, que me olhes, que me toques, que me ames!
O amor também se cansa de se refugiar no peito... Somos apenas nós, imaturos, pouco educados, vilões, desalmados... nós, que não sabemos amar. Mesmo assim, eu continuo a amar-te, com esperanças que a tempestade do meu coração acalme e eu possa dormir em sossego, sem vazios.
As palavras que teimamos em não desabafar ficaram presas nas nossas gargantas, por medo de nós próprios, enquanto as mesmas flutuavam à nossa volta. Estavas nervoso e de braços cruzados, alternando o peso do corpo de um pé para o outro de dez em dez minutos. Eu mordia o lábio, tentando impedir-me de te dizer ao ouvido algo doce. Olhamo-nos quietos. Sinto um formigueiro no meu peito e de novo, as tão conhecidas borboletas na barriga. Imagino todas as palavras que nem um nem outro conseguia dizer e juntei-as a nós. Nem precisámos de dizer nada. O silêncio falou por nós.
Ps: Eu amo-te.
4. Coragem Rose, coragem
Escrito sexta-feira às 17:43
Rose era mais uma daquelas raparigas que quando vão a um bar
permanecem imóveis a um canto. Escondia-se em livros e diários e refugiava-se em
músicas tristes e melancólicas, com o objectivo de fugir ao mundo desleal e a
toda a sua banalidade.
Ninguém ainda havia descoberto a extraordinária beleza que
permanecia escondida por detrás daquele capuz e daquelas roupas largas, todos
desconheciam a beldade que se encontrava mesmo do lado esquerdo do seu peito e
o seu olhar doce. Também ela nunca se deu a conhecer, nunca mostrou o quão
bonita e inteligente era, nunca se considerou ninguém na vida.
A escrita passou a ser a sua melhor amiga, escrever era algo
que lhe agradava. O papel havia-se se tornado o seu confidente nas horas de
mais tensão. Este, ao contrário de todos, conseguia pô-la a sorrir, ele nunca a
deixaria por uma falsa promessa, ou por algo inventado na hora. Todas as
palavras que escrevia juravam ser suas amigas fiéis, confortando-a e aconselhando-a.
De certa forma, a escrita havia-se tornado a melhor coisa da
sua vida, aquela que realizava os seus desejos numa simples folha de papel. De
mãos dadas com as palavras vinha a esperança. Dentro de Rose cresceu uma luz,
um brilho e uma enorme sede de viver, sentiu que conseguiria tudo e mais alguma
coisa, que conseguiria tocar as estrelas e o azul do céu, navegar pelos 7 mares,
encontrar o fim do arco-íris. Decidiu então que conseguiria ser feliz, e foi.
❝Jamais desistam dos vossos sonhos.❞
Etiquetas: coragem
3. Querida Lua Cheia
Escrito terça-feira às 22:41
Até nas madrugadas mais frias e infiéis tu me aquecias com o teu calor humano. Provaste-me que não eras nada mais nada menos que alguém que foi embora de vez, mas que não se foi dentro de mim. Levaste-me contigo dentro do teu coração sem que tu próprio o soubesses e, eu deixei que isso acontecesse.
Aquela rapariga forte e sem medos nunca existiu. Não sou mais nada do que uma menina delicada mas infeliz que acredita em qualquer palavra dita num amanhecer solarengo.
Concluí que adormeço a pensar em tudo e mais alguma coisa e, é nesses amanheceres solarengos que acordo com as costas doridas devido a uma noite mal passada depois de um dia cansativo, cometendo o terrível erro de analisar o dia anterior, depois a semana e, a vida, deparando-me com o caos.
Foi a Lua que me fez querer-te tanto... Havia algo mágico naquele luar que iluminava o meu rosto e me fazia brilhar, relembrando-me das nossas mãos unidas, dos dedos entrelaçados e do que me prometeste.
Lembras-te quando me chamaste pela primeira vez de "meu amor"? Eu lembro. E senti-me como se fosse mesmo tua. Lua, maldita Lua. Nas noites de Verão deixo uma nesga da janela do meu quarto aberta, com esperanças que a Lua volte e me peça desculpa, por me ter condenado com este destino incerto, mas ela não pede... Apenas insiste em iluminar-me o suficiente para que eu recorde a tua mão tocando na minha... Sinto-me sem forças e sozinha e, o meu maior desejo é que em mais uma dessas noites de Lua Cheia alguém tocasse na minha mão e dissesse que estava ali para mim, da mesma maneira que tu estavas. Foi mágico, como um sonho, sentir que apenas num roçar de dedos, tive certezas de uma vida inteira. Eu, pelo menos tive e, creio que também tivesses tido.
Queria esquecer todas as memórias ao Luar, mas, não podia. Agora refugiu-me no escuro, consumindo bebidas amargas e fortes, suficientemente capazes de me fazer esquecer de tudo durante um tempo, enquanto sinto a garganta a queimar à medida que saboreio cada gole.
Voltas as responder-me a todas as perguntas? Se não quiseres não respondas a nada, volta apenas.
Etiquetas: amor
2. Diário da nossa paixão
Escrito segunda-feira às 22:07
O meu pobre e frágil coração estava destroçado, de tal maneira que já não aguentava tamanha desilusão... Saboreava cada palavra que escrevia nas folhas amareladas do meu velho diário, contudo, as minhas pernas tremiam a cada vocábulo que redigia docemente, única e exclusivamente para ti. À medida que escrevia, lia em voz alta cada palavra, e todas as letras que as compunham faziam eco na minha cabeça, transformando-se numa suave e doce melodia.
Não passa pela cabeça de ninguém todas as vezes que, nas noites frias de inverno, junto à minha lareira, tive vontade de queimar aquele diário... de fechar este capítulo da minha vida e parar de escrever definitivamente para ti, livrar-me de algo que me sussurrava boas promessas que jamais seriam cumpridas, livrar-me deste tão forte sentimento... mas, aquela minha mania de colocar vírgulas onde deveria colocar pontos finais perseguia-me!
Desde que partiste que em mim apenas reina um vazio e permanece uma saudade infinita. Estás presente em tudo... todas as vozes que ouço têm o teu timbre, todas as fotografias que vejo têm o teu olhar, todas as conversas que leio têm o teu toque, todos os rostos têm o teu olhar... todas as memórias que guardo carinhosamente, a sete chaves têm um bocado teu...
Algo a que chamo de meio-termo não permitia que as nossas metades se completassem... ficámo-nos pelas meias palavras, por olhares desviados, por recados, por música e, sobretudo por aquele sentimento quase que inexplicável, no entanto, era apenas o teu amor que me corria pelas veias e fazia o meu coração bater mais forte a cada minuto, aumentando fortemente a minha pulsação. O medo controlava todos os meus movimentos e, impedia que me entregasse a ti... e, tudo se resume a diálogos cortados e a um amor imcompleto.
Etiquetas: afinal, o que é o amor?
1. Ela ama-te.
Escrito quarta-feira às 19:55
Tudo continuava igual, ela apenas levava a vida de forma diferente. As feridas, em tempos presentes no seu coração começaram a sarar. Era possível entender o seu olhar, via-se que não estava mais disposta a magoar-se apenas para manter na sua lembrança meia dúzia de memórias. A mente dela estava numa guerra constante com o seu coração, os opostos, aqueles que jamais se entenderão, o desejo e o amor. Contudo, bem lá no fundo do seu olhar, era possível ver uma luz de esperança. Ela podia mostrar a todos o quanto tu lhes fazia bem. Ela podia mostrar a todos o quanto tu eras importante para ela, mas ela preferia dizer-to apenas a ti, bastava-lhe que apenas tu o soubesses. Ela podia falar contigo horas seguidas, mas isso não seria o suficiente para ela mostrar o quanto precisava de ti. Ela podia odiar-te mas, tu fizeste com que ela te amasse. E sabes? Devias orgulhar-te do sorriso dela, porque, ela sorri apenas por uma pessoa... Por ti!
O amor, pertence àqueles que acreditam, até ao fim.
